Agradecimento ao público, participantes e parceiros VAIVÉM

A Malvada agradece ao público, participantes, parceiros,  apoios e equipa que acompanharam e contribuíram para o processo de criação e para a performance-instalação VAIVÉM, partilhando connosco este percurso.

A performance-instalação VAIVÉM foi apresentada no Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida, em Évora, entre 27 de maio e 2 de junho de 2026, através de duas versões cénicas: uma versão diurna, concebida para sessões dirigidas a escolas e instituições, e uma versão noturna, apresentada ao público geral nos dias 28 e 29 de maio. A instalação permaneceu patente ao público de 30 de maio a 12 de julho de 2026.

O processo de criação de VAIVÉM desenvolveu-se ao longo de vários meses, cruzando residências artísticas, processos participativos, investigação e criação em viagem. Iniciado com uma residência artística que reuniu Ana Luena, José Miguel Soares, André Tecedeiro, Zé Peps e Laura Falésia, o projeto foi sendo construído através de workshops, entrevistas, leituras, conversas, dispositivos performativos e fotográficos, envolvendo emigrantes portugueses em Bruxelas e Paris, comunidades imigrantes residentes em Évora, estudantes, mediadores e diferentes parceiros nacionais e internacionais. Todos os materiais desenvolvidos ao longo deste percurso, textos, imagens, sons, registos audiovisuais, experiências performativas e contributos das comunidades envolvidas, contribuíram diretamente para a construção da performance-instalação apresentada no Jardim Tardoz do Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida.

Com o encerramento da exposição, a Malvada agradece especialmente a todas as pessoas que partilharam as suas experiências, memórias e percursos de migração; a quem participou nas diferentes etapas da criação; a quem assistiu às apresentações e visitou a instalação; e às entidades que acolheram, mediaram e apoiaram o projeto.

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