Esta residência realizou-se no seguimento da residência de dramaturgia e coexistiu em diversos momentos com as residências de criação da instalação e da exposição.
Pretendeu-se privilegiar o tempo demorado, potenciando a relação entre intérpretes, músico, encenadora e os outros artistas em residência. As performances construíram-se neste processo imersivo ao longo de um mês, culminando numa última fase de ensaios e de apresentações públicas distribuídas ao longo de 3 semanas.

O tríptico foi preparado para poder ser visto de forma independente ou sequencial. A escrita e encenação de Ana Luena, com assistência na dramaturgia de Constança Carvalho Homem, procuraram estas possibilidades, permitindo que o espectador assistisse a apenas uma das partes, ou que tivesse uma experiência mais ampla e relacional quando assiste a duas ou três. Houve continuidades, parecenças e réplicas no texto cénico e na encenação.
Todo o processo foi acompanhado e registado por Pedro Vilhena, Gonçalo Pôla e Miguel Gonçalves (fotografia e vídeo), com a colaboração das alunas Nathalia e Sajra. Os fotógrafos e a ilustradora em residência assistiram aos processos de ensaio.





